Nas criações do homem pouco humano
nada fica para a história.
Tudo permanece no permanente
espaço do nada,
do pouco significante.
Nas criações do indivíduo
a esperteza e o ridículo
se constroem e se magnificam
como basilares naquele
que quer ser.
A história
não nos diz
o que fazer,
apenas nos diz
o que já foi feito.
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