terça-feira, 20 de março de 2012

Ditados, cançonetas e afins populares




Os cães ladram
e eu também


Coloca a morte
à frente dos bois.


Morrer é prata
suicidar é ouro


Nem vinte e sete
nem quarenta e oito.
Dezasseis vírgula quatro, meu caro



Nem tudo o que vem à rede
é milagre


Grão a grão
é só estúpido, quando tudo
se dilui tão depressa


Não semeies convencionalmente:
come as sementes, e assiste às colheitas


As coisas vão mudando com o tempo.
O tempo é feito disso mesmo: coisas.


O para sempre
é (até) quando um homem quiser
[e o dia das mentiras...]


Somos dois
e não é pouco
e não são muitos
é assim, assim.


Sobe, sobe, balão sobe
e depois rebenta
lá em cima, como gente grande.




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