segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012
Palavras, poetas, fantoches e fantasmas
Sentimentos e culpa
espíritos só-às-vezes
e já foram três
aliás, não foi nenhum.
E quando são? Quantos são?
Oh, é aos milhares, centelhas, números
e entram num círculo perfeito
num quadrado
Oh, que belo, que bonito, Conta-me mais!
(e o abraço, a comunhão das almas
a realeza dos sonhos das pequenas coisas?
e as criações de criança
e a hipocrisia de agora!?
vamos, um abraço.)
Cala-te, cala-me;
são só perguntas, respostas, palavras,
Oh tantas palavras, e continuam
não se esquecem,
aparecem antes de nascer e não morrem connosco.
Onde estás? Onde estás?
Que confusão,
são só palavras, palavras, e os fantoches, ahn?
Antes de tudo, vamos cortar
as unhas dos dedos dos pés, como os macacos
e aqueles que pensam e dizem palavras
e estão cheios de abraços.
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